Mostra ‘Sinais – Heranças e Andanças’ bate recorde de público no Museu Paulo Setúbal em Tatuí

Mais de 6 mil pessoas visitaram o Museu no período de três meses; a itinerância tem produção do SISEM-SP e ACAM Portinari

Sucesso de público, a exposição “Sinais – Heranças e Andanças” terminou com público de superior a 6.200 pessoas, um recorde de visitação na história do Museu Paulo Setúbal, onde esteve em cartaz, em Tatuí (SP). A mostra é resultado do Programa de Modernização dos Museus Paulistas, iniciado em julho de 2014, por meio da parceria do Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP) com a Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari (ACAM Portinari), instituições da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

“Desde a abertura, em 15 de dezembro de 2014, até a data final em março, recebemos um público diverso, entre espontâneo, escolar, grupos agendados e famílias, de várias idades. Mas o que nos chamou a atenção foi o interesse dos visitantes. Eles ficavam curiosos para saber o que tinha atrás das cortinas e, quando entravam no corredor e em seguida na sala, permaneciam maravilhados com os objetos, as paredes curvas e altas, com as informações, os sons e as imagens”, conta a coordenadora do Museu e representante do SISEM-SP na região administrativa de Sorocaba, Raquel Fayad.

A itinerância apresenta fotografias, objetos de acervo que ilustram a identidade das instituições envolvidas e instalações representando locais e marcos de memória. O projeto de curadoria coletiva contou com museus de oito cidades da região sudoeste paulista e a parceria da produtora cultural Homens de Saia. 

Participaram da ação os municípios de Botucatu, Itapeva, Tatuí, Pratânia, Piraju, São Manoel, Votorantim e Salto, onde a exposição encontra-se em cartaz. Em seguida, a exposição percorrerá os demais municípios.

“Estabelecer um novo recorde de público no Museu Paulo Setúbal com uma exposição que resultou de uma curadoria coletiva, construída por profissionais da região e a partir dos acervos dos museus do sudoeste paulista, tem um sentido muito especial. Significa que a exposição Sinais:heranças e andanças, a partir de vínculos identitários, efetivou um diálogo com o público, que se reconheceu na narrativa museal”, comenta o diretor do SISEM-SP Davidson Kaseker.

Davidson Kaseker e Raquel FayadDavidson Kaseker e Raquel Fayad durante a abertura, em Salto, da exposição “Sinais – Heranças e Andanças”
(Foto de Arquivo)

foto 1  Sinais Heranças e Andanças(Foto de Arquivo)