Lins sedia exposição sobre a influência africana na cultura brasileira

 

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Foto: Divulgação

“No Brasil ninguém precisa ser ‘preto’ para se sentir afrodescendente”. Essa é a principal mensagem da exposição “A Cor que a Ginga Tem – Uma Nova Maneira de Ser Afro”, que entrará em cartaz no município de Lins, no Museu Histórico e Arqueológico, no dia 26 de agosto (terça-feira). Realizada pelo Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP), instância ligada à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, em parceria com a ACAM Portinari (Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari) e a prefeitura, a mostra tem visitação gratuita.

A itinerância apresenta parte da herança africana que ajudou a construir o que é a população brasileira. Segundo a artista e curadora Célia Barros, “a cor que trouxe a ginga e palavras como gandaia e bagunça se misturou de tal forma no corpo do brasileiro que podemos dizer que no Brasil não há corpo sem ginga”.

Por meio de instalações e dispositivos Célia, em colaboração com o também artista plástico Paulo Pacini, procurou sensibilizar o visitante para o reconhecimento dessa parte importante da cultura brasileira. “Trata-se de uma exposição sobre nossa identidade”, explica.

A mostra poderá ser vista de terça a domingo, das 9h às 17h. O Museu Histórico e Arqueológico de Lins está localizado na Rua Aureliano Resende de Andrade, nº 100. Outras informações pelo telefone (14) 3529-2302 ou no site www.sisemsp.org.br.

Serviço:
Período: 26/8 a 31/11/2014
Local: Museu Histórico e Arqueológico de Lins (Rua Aureliano Resende de Andrade, 100 – Lins/SP)
Horário: de terça a domingo, das 9h às 17h
Informações: (14) 3529-2302
Entrada: gratuita