Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade

A mais importante premiação brasileira na área do Patrimônio Cultural vem com novidades este ano. Estão abertas as inscrições para a 26ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que a partir deste ano passa a contar com oito categorias.

A ampliação feita pela instituição vinculada ao Ministério da Cultura possibilita uma maior identificação e participação da sociedade civil, de órgãos governamentais e de profissionais que desenvolvem ações e projetos de valorização, divulgação e preservação do patrimônio cultural.

O edital foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 24 de abril (Seção 3, a partir da página 13). As inscrições devem ser feitas até 15 de junho, exclusivamente via postal, enviando-se o material para as Superintendências do Iphan. Os endereços estão listados no edital e também disponíveis no site da instituição (www.iphan.gov.br).

Comissão de Avaliação

As Superintendências promoverão a pré-seleção das ações correspondentes aos seus estados ou ao Distrito Federal. As ações selecionadas nestas etapas estaduais serão encaminhadas para a Comissão Nacional de Avaliação, que posteriormente anunciará os nomes dos vencedores nacionais.

Em 2013, o prêmio vai celebrar os 120 anos de nascimento do modernista Mário de Andrade que, em 1936, a pedido do então ministro da Educação, Gustavo Capanema, elaborou o anteprojeto de lei que resultou na organização jurídica da proteção do patrimônio cultural brasileiro e na criação do atual IPHAN.

Os candidatos poderão esclarecer dúvidas e obter mais informações junto ao Departamento de Articulação e Fomento (DAF/IPHAN), pelos telefones (61) 2024-5462, 2024-5463, fax (61) 2024-5499 e também pelo e-mail premio.prmfa@iphan.gov.br.

O Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade é uma homenagem ao primeiro presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e foi criado em 1987 em reconhecimento às ações de proteção, preservação e divulgação do patrimônio cultural brasileiro. A partir de 2013, divide-se em oito categorias:

I. Patrimônio Material: Bens Imóveis e Paisagens Naturais e Culturais;

II. Patrimônio Material: Bens Móveis e Acervos Documentais;

III. Patrimônio Imaterial;

IV. Patrimônio Arqueológico;

V. Políticas públicas, programas e projetos governamentais;

VI. Responsabilidade Social;

VII. Comunicação e mobilização social;

VIII. Ações Educativas.

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(Fonte: Iphan/MinC)