Museu em SP apresenta fóssil de dinossauro extinto há 100 mi de anos

O único museu de ciências naturais da Baixada Santista, no litoral de São Paulo, mudou de cidade. Depois de 15 anos em São Vicente, as atrações começaram a ser mostradas em Guarujá. Esta, porém, não é a única novidade. Com a mudança, o local passa a exibir obras únicas no Brasil.

Entre as novidades, estão os fósseis originais de ovos e réplicas em tamanho real das espécies Nanyangosaurus Zhugeii e Oviraptor Mongoliensis, que são dinossauros extintos há mais de 100 milhões de anos.

De acordo com o fundador e diretor do Museu de Ciências Naturais Joias da Natureza, Paulo Matioli, o museu, depois da mudança, passou a exibir 80% mais obras. “Nós tínhamos muitas coisas guardadas, mas, agora, podemos expôr isso para as pessoas. Além do que é fixo, temos mais objetos que passarão por exposições itinerantes”, disse.

O novo espaço fica próximo ao Centro de Guarujá, em um morro conhecido como “Morro do Maluf”, em um espaço concedido pelo ex-secretário de turismo de Guarujá José Carlos Rodrigues. No novo espaço, o museu foi separado em três setores: Paleontologia, Elementos da Terra e Céu é o Limite.

No setor de paleontologia, os visitantes poderão encontrar, além das novidades das espécies Nanyangosaurus Zhugeii e Oviraptor Mongoliensis, mostras de evolução da vida, fósseis dos primeiros seres vivos, dentes e mandíbulas de dinossauros, ninhos e fósseis com milhares de anos.

 

Réplica de dinossauro é uma das atrações do museu (Foto: João Paulo de Castro / G1)
Réplica de dinossauro é uma das atrações do museu (Foto: João Paulo de Castro / G1)
 

Já na ala “Elementos da Terra”, o museu mostra lavas de vulcões de diversas partes do Brasil e do Mundo. O destaque é para o vulcão Kilauea, no Havaí, que, desde 1986, está em constante erupção e é considerado o mais ativo do planeta. “Temos pedras e pedaços de lavas de muitos lugares do mundo”, disse.

Além da Paleontologia e da área de pedras, vulcões e lavas, o museu conta com o setor de astronomia, onde a formação e a evolução do planeta e do sistema solar são abordadas. O museu, em seu espaço, possui fragmentos desde 122 mil anos até o acidente que atingiu cidades da Rússia, em 2013.

 

Pedra "preciosa" também pode ser encontrada no local (Foto: João Paulo de Castro / G1)
Pedra preciosa também pode ser encontrada no local (Foto: João Paulo de Castro / G1)
 
 
Fonte: G1