MIS-SP retoma projeto Ciclo de Cinema e Psicanálise

O Museu da Imagem e do Som de São Paulo retornará com os bate-papos on-line com a próxima edição do Ciclo de Cinema e Psicanálise, que será realizado no dia 15, às 20h, no Youtube, com um debate sobre “A filha perdida”, estreia de Maggie Gyllenhaal na direção.

Baseado em uma obra da escritora italiana Elena Ferrante, o filme é um retrato sobre a complexa relação mãe/filha jogando luz em temas como maternidade, casamento, sexualidade e vida profissional.

A cada edição o Ciclo traz debate sobre um filme mediado por Luciana Saddi, coordenadora de Cinema e Psicanálise da Diretoria de Cultura e Comunidade da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP). Em seguida, o público pode participar com perguntas, integrando novas perspectivas sobre a obra discutida. Na temporada #MISemCASA, as edições são quinzenais, e o público pode assistir ao filme antecipadamente em plataformas de streaming. 

Nesse bate-papo, Luciana Saddi recebe a psicanalista Raquel Plut Ajzenberg e a crítica literária Fabiane Secches para debater o filme, disponível na Netflix. Sucesso de público e crítica, este é o primeiro trabalho da atriz Maggie Gyllenhaal como diretora.

Sobre os debatedores

Raquel Plut Ajzenberg é psicanalista, membro efetivo e docente da SBPSP. Secretária Geral do Instituto Durval Marcondes (2021/2022). Autora de diversos artigos publicados em revistas de Psicanálise. 

Fabiane Secches é psicanalista, mestre e doutoranda em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo. Escreve sobre literatura, cinema e psicanálise para a “Folha de S.Paulo”, para a revista “Quatro cinco um” e outros veículos. É autora do livro “Elena Ferrante, uma longa experiência de ausência” (Editora Claraboia, 2020). 

Sobre a mediadora

Luciana Saddi é psicanalista e escritora. É membro efetivo e docente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, mestre em Psicologia pela PUCSP e diretora de Cultura e Comunidade da SBPSP (2017/2020). É autora de “Educação para a morte” (Ed. Patuá), coautora dos livros “Alcoolismo – série o que fazer?” (Ed. Blucher) e “Maconha: os diversos aspectos, da história ao uso”.

É fundadora do Grupo Corpo e Cultura e coordenadora do programa de cinema e psicanálise da diretoria de cultura e comunidade da SBPSP em parceria com o MIS e a Folha de S.Paulo. 

Sobre o filme

“A filha perdida” – dir. Maggie Gyllenhaal, EUA/Grécia, 2021, 121 min, 16 anos. 

A professora de inglês Leda é uma mulher de meia-idade divorciada. Quando ambas as filhas decidem passar férias com o pai no Canadá ela já antecipa sua rotina sozinha. Leda decide ir passar férias em uma cidade costeira da Grécia e encontra uma família que a faz lembrar de períodos difíceis que teve que vivenciar como mãe. 

Fonte: MIS-SP