Gravura Moderna é tema de exposição na Estação Pinacoteca

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Gravuras de Gilvan Samico e Odetto Guersoni / Foto: Divulgação  – Glamurama Uol

A partir de 15 de Novembro os visitantes da Estação Pinacoteca podem conhecer a história da gravura brasileira. Intitulada “Gravura e Modernidade: A gravura brasileira dos anos 1920 aos anos 1960” a mostra reúne  201 trabalhos de 54 artistas como Ademir Martins, Arthur Luiz Piza, Carlos Prado, Fayga Ostrower, Lasar Segall, Maria Bonomi, Marcelo Grassmann, Odetto Guersonni, Regina Silveira, Samson Flexor e muito outros, a mostra traz um amplo panorama da produção de gravuras desses primeiros anos da modernidade no Brasil.

 

É destaque nesta exposição, a apresentação de oito imagens de Oswaldo Goeldi, que ilustraram Mar Morto, de Jorge Amado. As gravuras foram impressas em 1967 e representam o último trabalho do artista, falecido em 1961. As premiadas gravuras de Lívio Abramo para ilustrar Pelo Sertão, de Afonso Arinos são também de grande interesse, e revelam o vocabulário gráfico que definiram a marca do artista. Com este trabalho, Lívio Abramo conquistou o prêmio Viagem ao Exterior, no Salão Nacional de 1950.

 

Com curadoria de Carlos Martins, da Pinacoteca de São Paulo, a mostra é resultado de uma pesquisa no acervo da Pinacoteca, que conta atualmente com mais de três mil gravuras e dá continuidade as atividades sistemáticas, com foco na produção de gravura no Brasil.

 

A exposição Gravura e Modernidade: A gravura brasileira dos anos 1920 aos anos 1960 é apresentada no Gabinete de Gravura Guita e José Mindlin, um espaço dedicado à gravura, instalado no terceiro andar da Estação Pinacoteca.

Fonte: Catraca Livre