Exposição joga luz sobre minimalismo elétrico e lírico de Montez Magno

Montez Magno era até pouco tempo atrás um nome obscuro, um artista de artistas. Quando suas obras foram parar no Panorama da Arte Brasileira, mostra no Museu de Arte Moderna paulistano, há três anos, a crítica e o mercado prestaram atenção, redescobrindo esse poeta, pintor e escultor pernambucano.

Uma exposição agora na galeria Pilar, em São Paulo, revela algumas frentes da obra de Magno, que já passa dos 80 anos. Ali estão desenhos e pinturas com linhas verticais coloridas que ele chama de partituras e sinfonias. Também está uma escultura de 1973, uma régua com um sulco vermelho escavado no meio, lembrando um termômetro. Continue lendo…

Fonte: Folha de S. Paulo