Exposição de acervo das maiores coleções de arte contemporânea do País

Mostra faz uma viagem por mais de 30 anos na coleção do Instituto Figueiredo Ferraz.

n6                                  Dora Longo ao lado de obras suas, que misturam fotografia e pintura (Foto: Silva Junior / Especial)

O casal de empresários Dulce e João Carlos Figueiredo Ferraz tem uma das maiores coleções de arte contemporânea do País. Felizmente, parte de seu acervo está em permanente exposição no instituto que a dupla criou em 2011.

Neste sábado (13) vai ser aberta “As Tramas Do Tempo Na Arte Contemporânea: Estética Ou Poética?”, terceira grande mostra com parte de sua extensa coleção, que tem mais de 700 obras de arte.

A exposição, que conta com a curadoria de Daniela Bousso, evidencia múltiplas formas de leitura da coleção por meio de um recorte expressivo. São 150 peças divididas em três núcleos.

No núcleo “Construtivista” estão agrupadas as obras geométricas e questões cromáticas; o núcleo “Surrealista” traz o estranhamento provocado pelas obras. E por fim, a influência do Barroco brasileiro.

“Organizei estes assuntos agrupados com certa clareza. Foram oito meses analisando as obras e o espaço, pensando questões. Aí você monta a primeira leva, não gosta, em seguida troca. Assim é o processo”, descreve.

Ex-diretora do Paço das Artes e do Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, Daniela conhece Figueiredo Ferraz e sua coleção há mais de duas décadas, desde quando fez parte, pela primeira vez, de um dos juris do Salão de Arte de Ribeirão (Sarp). Desde então o acervo só aumentou.

“Fiquei surpresa quando vi novamente e o quanto ela aumentou e se diversificou”, comenta.

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Fonte: Jornal A Cidade