Dia 23/11, às 10h, no canal do SISEM-SP no YouTube
Sérgio Sá Leitão
Cerimônia de Abertura
Sérgio Sá Leitão nasceu no Rio de Janeiro em 1967. Formado em Jornalismo pela Escola de Comunicação da UFRJ (1988), foi Ministro de Estado da Cultura entre 2017 e o final de 2018. Ocupa o cargo de Secretário de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo desde janeiro de 2019. Exerceu cargos estratégicos no setor público e na iniciativa privada. Dirigiu a Ancine (2007/2008 e 2017) e foi Secretário Municipal de Cultura do Rio de Janeiro (2012/2015).
Raphael Callou
Cerimônia de Abertura
Raphael Callou é o atual Diretor e Chefe da Representação da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação a Ciência e a Cultura (OEI) no Brasil, organismo internacional que congrega 23 países atuando há mais 70 anos na região. É formado em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco. Foi bolsista do Canadian Bureau for International Education e do U.S. Bureau of Educational and Cultural Affairs (2010). Integrou diversas iniciativas no âmbito nacional e subnacional, especialmente na área da educação.
Davidson Kaseker (APRESENTADOR)
Cerimônia de Abertura
Mestre em Museologia pela Universidade de São Paulo (PPGMUS-USP). Graduado em Letras pela USP. Possui especialização em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona (ESP), em Administração de Empresas pela FAAP - Fundação Armando Álvares Penteado e em Turismo pela UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina/MinTur. Atualmente é pós-graduando em Gestão Estratégica da Sustentabilidade. Foi secretário municipal da Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Itapeva e, desde junho de 2013, é diretor do Grupo Técnico de Coordenação do Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP). Desde 2019 é membro do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo – Condephaat.
Júlio Abe
Medalha de Mérito Museológico Waldisa Rússio Camargo Guanieri
Júlio Abe Wakahara é museólogo, bacharel e mestre em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP, onde foi professor de Comunicação de Visual entre 1970 e 1983. Lecionou museologia na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo entre 1970 e 1980. Devido à ampla trajetória na área museológica foi membro de diversos conselhos. Dentre seus principais trabalho destaca-se o projeto “Museu de Rua”, composto por 80 exposições em espaços públicos no Estado de São Paulo.
Angelica Fabbri (APRESENTADORA)
Medalha de Mérito Museológico Waldisa Rússio Camargo Guanieri
Museóloga (Corem 4R 129 II), Presidente do COREM 4R por 2 mandatos e Vice-Presidente por mais 2 mandatos. Filiada ao ICOM desde 1986, atualmente é membro do Conselho Fiscal. Atua na área museológica desde 1984, ininterruptamente. Especialista em Arte Educação e Museu pela Escola de Comunicação e Artes – Universidade de São Paulo, Pós-Graduada em Museologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, possui Mestrado Profissional (MBA) em Bens Culturais: Cultura, Economia e Gestão pela Fundação Getúlio Vargas. Desde 2009, está Diretora Executiva da Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari - Organização Social de Cultura parceira da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.
Dia 23/11, às 10h50, no canal do SISEM-SP no YouTube
Ellen Oléria
Conferência de abertura
Ellen é uma cantora e compositora brasileira. Nascida e criada em Brasília, foi lá que se formou em Artes Cênicas na Universidade de Brasília.
Com mais de 15 anos na estrada da música, a artista acumula prêmios em festivais, 5 discos lançados e turnês realizadas pelo Brasil e mundo afora.
Ementa: Palestra para um País racista onde ninguém se declara racista.
Dia 23/11, às 15h, no canal do SISEM-SP no YouTube
Ana Carla Fonseca
Provocações: Museu para quê?
Administradora Pública, Economista, Mestre em Administração e Doutora em Urbanismo. Dirige a Garimpo de Soluções, empresa pioneira em economia criativa e desenvolvimento territorial, é consultora, curadora e palestrante em 5 línguas, 225 cidades e 32 países, responsável por planos de economia criativa, no Brasil e no exterior, além de livros pioneiros. Agraciada com os Prêmios Claudia e Jabuti.Ementa: Uma volta por iniciativas inspiradoras e provocativas, Brasil adentro e mundo afora, de instituições museais que aplicam a lógica da economia criativa a favor de sustentabilidade.
Jacques Marcovitch
Provocações: Museu para quê?
Jacques Marcovitch é professor emérito da FEA da Universidade de São Paulo. Autor entre outras obras da trilogia “Pioneiros e Empreendedores: a saga do desenvolvimento no Brasil" (EDUSP). Membro do Conselho Deliberativo da Biblioteca Brasiliana Mindlin, integra o Conselho Deliberativo do Graduate Institute of International and Development Studies (IHEID), em Genebra.Ementa: O contexto atual, permeado por crises desencadeadas pela pandemia, provoca reflexos na história das instituições, dentre as quais, o museu. A apresentação aponta como resposta ao cenário a necessidade de projetos de transformação sustentáveis, que devem considerar a conectividade como uma realidade, a governança como um desafio e as comunidades como aporte.
Emanoel Araújo
Provocações: Museu para quê?
Emanoel Araújo é baiano, artista plástico premiado. Estudou gravura na Escola de Belas Artes da Bahia (UFBA). Foi diretor do Museu de Arte da Bahia (1981-1983) e da Pinacoteca de São Paulo (1992-2002). Lecionou artes gráficas e escultura no Arts College, na The City University of New York (1988). É fundador do Museu Afro Brasil (2004), onde é diretor e curador.Ementa: Conduzido pela questão "museu para quê?", Emanoel Araújo reflete sobre o sentido dos museus e o processo de criação dessas instituições no Brasil. Explica a formação de acervos afro brasileiros país afora, e discute a missão do Museu Afro Brasil.
Jochen Volz (MEDIADOR)
Provocações: Museu para quê?
Jochen Volz é Diretor Geral da Pinacoteca de São Paulo. Foi curador da 32a Bienal de São Paulo em 2016, Coordenador de Programação da Serpentine Galleries em Londres (2012 a 2015), Diretor Artístico do Instituto Inhotim (2005 a 2012), co-curador da 53ª Bienal de Veneza (2009), entre outros. Vive em São Paulo.
Dia 24/11, às 10h, no canal do SISEM-SP no YouTube
Victor Magrans Julià
Mesa de debate: Os meios e os fins conectados
Graduado em História da Arte e qualificado em Gestão na Administração Pública. Depois de ter se dedicado à educação, ocupou cargos nas áreas de juventude e cultura do Governo da Catalunha. Atualmente é Administrador Gerente do Museu Nacional de Arte da Catalunha.Ementa: A apresentação é uma proposta de pensar a sustentabilidade em museus globalmente, os aspectos que se devem ter presentes e a necessidade de dedicar recursos.
Rosaria Ono
Mesa de debate: Os meios e os fins conectados
Arquiteta e urbanista (FAUUSP), mestre (Universidade de Nagoya, Japão), doutora (FAUUSP) e com pós-doutorado na Universidade de Kyoto. É docente na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo desde 2003, onde é atualmente professora titular (2015). Foi vice-diretora do Museu Paulista da USP entre 03/2019 e 05/2020 e é a atual diretora dessa instituição. Ementa: A apresentação tem como objetivo compartilhar a experiência do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, na discussão da sustentabilidade financeira e da gestão do Museu do Ipiranga, a partir de sua reabertura em 2022, após obras de ampliação, modernização e restauro em curso. Para tanto, será apresentada uma linha de tempo das ações realizadas desde o fechamento do museu ao público, em 2013 até os dias atuais, assim como as diretrizes que fundamentam o plano de negócios visando a sustentabilidade financeira do Novo Museu do Ipiranga, assim como o novo modelo de gestão.
Patrícia Ellen da Silva
Mesa de debate: Os meios e os fins conectados
Secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo. É formada em Administração de Empresas pela FEA-USP, com mestrado em Administração Pública pela Harvard Kennedy School e MBA pelo Insead. Patricia foi presidente da Optum no Brasil, empresa de tecnologia em saúde do grupo United Health. Ex-sócia da consultoria McKinsey & Company, é professora de Liderança e Inovação Digital no Mestrado em Liderança e Gestão do Centro de Liderança Pública. Foi membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República. É co-fundadora do Movimento Agora e foi nomeada Jovem Líder Global pelo Fórum Econômico Mundial em 2016.Ementa: A apresentação da Secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia aborda os desafios do mundo atual e as ferramentas que o Estado de São Paulo tem para enfrenta-los, dá especial atenção ao papel que a cultura e os museus têm nesse processo.
Davidson Kaseker (MEDIADOR)
Mesa de debate: Os meios e os fins conectados
Mestre em Museologia pela Universidade de São Paulo (PPGMUS-USP). Graduado em Letras pela USP. Possui especialização em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona (ESP), em Administração de Empresas pela FAAP - Fundação Armando Álvares Penteado e em Turismo pela UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina/MinTur. Atualmente é pós-graduando em Gestão Estratégica da Sustentabilidade. Foi secretário municipal da Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Itapeva e, desde junho de 2013, é diretor do Grupo Técnico de Coordenação do Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP). Desde 2019 é membro do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo – Condephaat.
Dia 24/11, às 15h, no canal do SISEM-SP no YouTube
Renata Motta
O futuro dos museus começa do lado de dentro
Renata Motta é doutora pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, é diretora executiva da organização social de cultura IDBrasil, presidente do ICOM Brasil e membro do Conselho da ABRAOSC.Ementa: O ICOM Brasil apresenta a pesquisa realizada em dois ciclos – um com profissionais e outro com públicos de museus – visando disponibilizar dados sobre os impactos e as percepções desses segmentos sobre o futuro dos museus, a partir do contexto da pandemia de Covid-19. Em momentos desafiadores, como o enfrentado atualmente por todo o setor museal, informações e evidências são essenciais, instrumentos importantes para a nossa travessia neste momento cheios de incertezas. Neste primeiro painel, apresentamos as premissas e a metodologia da pesquisa, com foco nos resultados do Ciclo 1, que contou com a participação de 1.039 profissionais, de 23 estados brasileiros e do Distrito Federal.
Clara Azevedo
O futuro dos museus começa do lado de dentro
Cientista social e mestre em Antropologia Social pela USP-SP, desde 2003 atua profissionalmente com pesquisas e com museus. Entre outras coisas, foi diretora do Museu do Futebol entre 2008-2013. É sócia-diretora da Tomara! Educação e Cultura, empresa com mais de 70 iniciativas realizadas, entre elas muitas pesquisas, especialmente para o terceiro setor. Tem 40 anos e é mãe do Inácio.
Beth Ponte
O futuro dos museus começa do lado de dentro
Beth Ponte é gestora cultural, pesquisadora e consultora. É autora do projeto Qualidade para a Cultura, membro do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Organizações Sociais da Cultura (ABRAOSC) e do Observatório de Economia Criativa da Bahia (OBEC-BA).
Fernanda Castro
O futuro dos museus começa do lado de dentro
Historiadora, doutora em educação. Educadora museal no Museu Histórico Nacional/Ibram, líder do Grupo de Pesquisa Educação Museal: conceitos, história e políticas, do CNPq/Ibram e professora colaboradora do Programa de mestrado Profissional em Ensino de História da Unirio. Integra o Comitê gestor da Rede de Educadores em Museus do Brasil e é associada ao ICOM/CECA.Ementa: Fernanda Castro, educadora museal no Ibram, e gestora da Rede de Educadores em Museus do Brasil comenta a recente pesquisa do ICOM junto a prpfissionais de museus no Brasil, destacando o papel da sociedade civil na implementação das políticas públicas do setor museal e dos profissionais de museus na transformação de seus processos e relações.
Luiz Mizukami (MEDIADOR)
O futuro dos museus começa do lado de dentro
Mestre pelo Programa Interunidades em Museologia/USP. Graduado em Administração pela FGV (1996), especialista em Gestão e Políticas Culturais pela Universitat de Girona/Espanha (2016). Executivo Público da SEC-SP desde 2007, atuando na Unidade de Museus.
Dia 25/11, às 10h, no canal do SISEM-SP no YouTube
Eunice Laroque
Mesa de debate: Natureza e Humanidade
Museóloga formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Pedagoga, Especialista em Patrimônio Cultural em Centros Urbanos
/PROPUR/ UFRGS, Mestre em Educação pela Universidade de Salamanca, Espanha. Atualmente desempenha suas atividades profissionais como Diretora do Museu de Arqueologia de Itaipu/IBRAM em Niterói.
Ementa: A apresentação discorre sobre a experiência do Museu de Arqueologia de Itaipu.
Arturo González
Mesa de debate: Natureza e Humanidade
É biólogo pela Universidade Autônoma Metropolitana, arqueólogo pela Escola Nacional de Antropologia e História, e mestre pela Unviersidade Autônoma de Campeche. Desde 2002 é diretor do Museu do Deserto, em Saltillo, Coahuila, México, e desde 1999 dirige projetos em Paleontologia e Paleoatropologia. Possui 50 artigos científicos e 7 livros publicados, seu trabalho científico se debruça sobre os primeiros humanos da América e a extinção da fauna do Pleistoceno.Ementa: No vídeo, Arturo González, diretor do Museu do Deserto, em Saltillo, México, faz uma apresentação das exposições permanentes e relaciona seus conteúdos, a evolução da vida e o cuidado com o meio ambiente.
Angelica Fabbri
Mesa de debate: Natureza e Humanidade
Museóloga (Corem 4R 129 II), Presidente do COREM 4R por 2 mandatos e Vice-Presidente por mais 2 mandatos. Filiada ao ICOM desde 1986, atualmente é membro do Conselho Fiscal. Atua na área museológica desde 1984, ininterruptamente. Especialista em Arte Educação e Museu pela Escola de Comunicação e Artes – Universidade de São Paulo, Pós-Graduada em Museologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, possui Mestrado Profissional (MBA) em Bens Culturais: Cultura, Economia e Gestão pela Fundação Getúlio Vargas. Desde 2009, está Diretora Executiva da Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari - Organização Social de Cultura parceira da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.Ementa: Angelica Fabbri aborda as possibilidades e perspectivas da sustantabilidade ambiental em museus por meio da experiência dos museus estaduais do interior de São Paulo. Em sua fala discute como trabalhar o patrimônio de maneira ambientalmente sustentável demonstrando os programas desenvolvidos pela ACAM Portinari e implementados no Museu Casa de Portinari, Museu índia Vanuíre e Museu Felícia Leirner/Auditório Claudio Santoro.
Ana Lourdes Costa (MEDIADORA)
Mesa de debate: Natureza e Humanidade
Mestranda em Museologia e Patrimônio pela UNIRIO/RJ, pós-graduada em Arte, educação e tecnologias contemporâneas, licenciada em História. Coordena a área de Promoção da Coordenação de Promoção e Gestão da Imagem Institucional (CPGII/DDFEM) do Ibram, onde atua desde 2009. Professora de História na Educação de Jovens e Adultos. Gestora da REM/DF de 2008 a 2012.
Dia 25/11, às 15h, no canal do SISEM-SP no YouTube
Naine Terena
Provocações: Museu para quem?
É Doutora em Educação, mestre em Arte Contemporânea, e graduada em Comunicação Social. Realizou estagio Pos-doc em Educação/UFMT e PPGE/Unemat. É Docente na Unifacc (Uniao das faculdades católicas de MT) e atua na Oráculo Comunicação, Educação e Cultura.Ementa: Naine terena reflete sobre o desafio que é a democratização e socialização do trabalho museológico para os diversos públicos, como os indígenas, que compõem os acervos brasileiros com suas histórias e memórias. A pandemia de Covid-19 se tornou um ponto de inflexão e aprofundou o problema, mas também trouxe oportunidades. E nesse contexto, a fim ampliar a comunicação, urge para os museus se transmidiarem.
Janes Jorge
Provocações: Museu para quem?
Professor Associado do Departamento de História da Universidade Federal de São Paulo, Campus Guarulhos. Realiza pesquisas na área de história ambiental. É autor do livro "Tietê, o rio que a cidade perdeu" e organizou os livros "Cidades Paulistas: Estudos de História Ambiental Urbana" e, junto com Marcio Bertazi, "Panoramas Ambientais do Brasil Rural", que está no prelo.Ementa: Janes Jorge reflete sobre a pergunta "museu para quem?" em dois momentos. Primeiramente disserta sobre o papel do museu para as pessoas que se interessam por eles; em seguida discute a função do museu para quem se interessa pelo meio ambiente. A relação entre crise ambiental e contexto museológico é central para o convidado.
Harry Adams
Provocações: Museu para quem?
É graduado de Letras-Libras pela UFSC e atualmente trabalha como Educador pelo Museu da Inclusão (SEDPCD) e Ator da Série Crisálida na Netflix. Desenvolveu dois Projetos de Libras e Saúde e um Programa Voluntário em Iniciação Científica (PIBIC/CNPq) pela UFSC. Foi bolsista no projeto de pesquisa do Inventário de Libras da Grande Florianópolis.Ementa: Harry Adams é educador no Museu da Inclusão. Na apresentação, relaciona o fato de ser uma pessoa surda com seu papel como educador no ambiente do museu, de como enxerga sua atuação e como é enxergado, além de falar sobre o acesso das pessoas aos museus, principalmente, as com deficiência auditiva.
Luiz Palma (MEDIADOR)
Provocações: Museu para quem?
Psicólogo Social/artista plástico. Dr. e Mestre em Psicologia Social - PUC/ SP. Foi presidente da Escola Nacional de Adm. Pública e diretor da Escola de Sociologia e Política de SP. Técnico de políticas sociais na FUNDAP/SP durante três décadas. Criou nos anos 80 em SP o Astrolábio Ateliê. Exerce funções técnicas no SISEM. Autor de "Arte e psique: um poder sem majestade". Editora Escuta. SP: 2019.
Dia 26/11, às 10h, no canal do SISEM-SP no YouTube
Rede SP de Memória e Museologia Social
Mesa de Debate: Os caminhos da luta por equidade
A Rede SP de Memória e Museologia Social foi criada em 2014, reunindo coletivos, trabalhadorxs, militantes e organizações dedicadxs à produção e uso da memória e do patrimônio na perspectiva da Museologia Social. Por meio do diálogo de saberes, da visibilidade, da articulação político-pedagógica e da ação cooperativa, tem como horizonte o fortalecimento dos sujeitos e coletividades que reexistem por meio dos processos partilhados de criação/preservação cultural.Ementa: O vídeo apresenta a trajetória da Rede SP de Memória e Museologia Social, criada em 2014. A apresentação traz também depoimentos dos membros, assim como nome de coletivos e projetos que já participaram de suas ações. A articulação da Rede se dá na capital e no interior, e sua importância permeia memórias e patrimônios, objetivando a construção de processos museológicos mais democráticos e polifônicos.
Zita Rosane Possamai
Mesa de Debate: Os caminhos da luta por equidade
Doutora em História (UFRGS). Pós- doutorado na Universidade Paris 1 - Sorbonne Nouvelle. Professora Associada do Curso de Museologia, do Programa de Pós-Graduação em Educação e do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio, todos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.Ementa: A contribuição questiona o sentido dos museus e de suas coleções, nesse contexto da pandemia do Coronavírus, no qual a preservação da vida está na ordem do dia. Indaga como manter os públicos e a relevância social, diante das desigualdades infra estruturais entre os museus brasileiros que apresentam diferenças regionais, mas também entre o urbano e o rural, e, nas metrópoles, entre o centro e a periferia. Convida, ainda, a pensar nas pessoas, grupos e populações situadas fora do espectro de visão dos museus tradicionais e considerar que temos um papel na diminuição das desigualdades sociais que a pandemia acirrou.
Carolina Rocha
Mesa de Debate: Os caminhos da luta por equidade
Historiadora e técnica em museologia. Graduanda em Museologia na Universidade Federal de Minas Gerais. Participa da Rede Museologia Kilombola, do Centro Acadêmico de Museologia UFMG, e da Executiva Nacional de Estudantes de Museologia.Ementa: Os Museus são espaços que perpetuam discursos e narrativas colonizadoras e hegemônicas da branquitude. Um museu e uma museologia que necessite de repensar suas práticas técnicas e expositivas de forma coletiva, tem que incluir principalmente os grupos que disputam por esse espaço de memória, que seja dada a oportunidade de vozes silenciadas de contarem suas próprias narrativas e utilizarem de seus próprios saberes. A Rede Museologia Kilombola surge da inquietação de corpos negros através de práticas contra coloniais, de repensar o papel dos museus e sua atuação na sociedade, na construção de uma epistemologia que leve em consideração nossos corpos negros enquanto lugares de memória.
Gabriela Aidar (MEDIADORA)
Mesa de Debate: Os caminhos da luta por equidade
Gabriela Aidar é graduada em História pela USP, especialista em Estudos de Museus de Arte pelo MAC/USP e em Museologia pelo MAE/USP. Obteve o título de Master of Arts in Museum Studies pela Universidade de Leicester, no Reino Unido. Trabalha desde 2002 no Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca de São Paulo.
Dia 26/11, às 15h, no canal do SISEM-SP no YouTube
Roberta Saraiva Coutinho
Papel dos públicos no futuro dos museus: uma co-criação necessária
Historiadora, especialista em Museologia, foi diretora do Museu Lasar Segall – IBRAM/MInC, em São Paulo; curadora independente de exposições como “Calder no Brasil’ e “Saul Steinberg – As aventuras da linha”, na Pinacoteca do Estado, SP; e no IMS RJ. É diretora executiva da Expomus desde 2010, responsável pelas áreas de exposições e gestão de coleções. Integra a diretoria do ICOM Brasil.Ementa: O ICOM Brasil apresenta a pesquisa realizada em dois ciclos – um com profissionais e outro com públicos de museus – visando disponibilizar dados sobre os impactos e as percepções desses segmentos sobre o futuro dos museus, a partir do contexto da pandemia de Covid-19. Em momentos desafiadores, como o enfrentado atualmente por todo o setor museal, informações e evidências são essenciais, instrumentos importantes para a nossa travessia neste momento cheios de incertezas. Neste segundo painel, apresentamos as premissas e a metodologia da pesquisa, com foco nos resultados do Ciclo 2 com os públicos, que contou com 4.210 respondentes de 412 cidades brasileiras.
Júlia Picchioni
Papel dos públicos no futuro dos museus: uma co-criação necessária
Cientista Social pela PUC-SP e Pós-graduada em Curadoria e Educação em Museus de Arte pelo MAC-USP. Tem experiência em documentação e pesquisa, preservação e gestão de acervos, concepção/curadoria de exposições. Já trabalhou no Museu da Língua Portuguesa, Museu do Futebol, Museu da Imigração, Museu Afro-Brasil, dentre outras instituições. É sócia da Tomara!, empresa que fundou em 2013 com 3 sócias.
Beth Ponte
Papel dos públicos no futuro dos museus: uma co-criação necessária
Beth Ponte é gestora cultural, pesquisadora e consultora. É autora do projeto Qualidade para a Cultura, membro do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Organizações Sociais da Cultura (ABRAOSC) e do Observatório de Economia Criativa da Bahia (OBEC-BA).
William Alfonso López Rosas
Papel dos públicos no futuro dos museus: uma co-criação necessária
Doutor em História da Arte, possui vasta experiência profissional na área de museus na Colômbia. Atualmente coordena o Mestrado em Museologia e Gestão Patrimonial da Universidade Nacional da Colômbia.Ementa: Em sua apresentação o convidado comenta os resultados do segundo ciclo da pesquisa do ICOM Brasil com os públicos de museus. Avalia a importância da ação no cenário museológico contemporâneo e tece relações com outros contextos latino-americanos, em especial o colombiano e o mexicano.
Maria Cristina Bruno (MEDIADORA)
Papel dos públicos no futuro dos museus: uma co-criação necessária
Professora Titular em Museologia no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, onde foi Diretora de 2014 a 2018 e atualmente coordena o Programa de Pós-Graduação Interunidades em Museologia / USP. Licenciada em História (UNISANTOS), Especialista em Museologia (FESP), Mestrado em História Social, Doutorado em Arqueologia e Livre-Docência em Museologia (USP).
Dia 27/11, às 10h, no canal do SISEM-SP no YouTube
Suzenalson Kanindé
Mesa de debate: Identidade e Protagonismo
Suzenalson da Silva Santos - Indígena do Povo Kanindé do Estado do Ceará, Mestrando do Curso de Mestrado Interdisciplinar em Humanidades - MIH pela Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB Redenção. Coordenador Núcleo Educativo do Museu Indígena Kanindé, professor da Escola Indígena Manoel Francisco dos Santos. Articulador da Rede Indígena de Museus.Ementa: A fala de Suzenalson Kanindé discute os processos de construção social das memórias e identidades indígenas. Uma das ferramentas utilizadas para isso é a museologia, que com os processos museais indígenas, desenvolvidos em todo o território brasileiro, abre mais uma frente de representação para os povos.
Jean Baptista
Mesa de debate: Identidade e Protagonismo
Doutor em História e Pós-Doutor pelo Institute for Gender, Sexuality and Feminist Studies (McGill University). É docente na Universidade Federal de Goiás (UFG), onde leciona no Bacharelado em Museologia e no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social. Coordena projetos sobre democracia, museus e Museologia relacionados à memória de grupos indígenas, quilombolas, LGBT e periféricos.Ementa: Como a memória e a museologia LGBT podem contribuir no debate sobre museus e pandemia.
Tony Boita
Mesa de debate: Identidade e Protagonismo
Tony Boita é museólogo, mestre em Antropologia e doutorando em Comunicação. Atualmente é editor da Revista Memórias LGBT e Diretor do Museu das Bandeiras, Museu de Arte Sacra da Boa Morte e Museu Casa da Princesa vinculados ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MTur).
Biko Rodrigues
Mesa de debate: Identidade e Protagonismo
Denildo Rodrigues de Moraes é
Gestor Ambiental, ativista social e coordenador executivo da CONAQ - Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas. Trabalha com agricultura familiar.
Suzy Santos (MEDIADORA)
Mesa de debate: Identidade e Protagonismo
Historiadora, museóloga e educadora. Atua nas áreas de documentação arquivística e museológica, como pesquisadora e na curadoria de exposições e projetos educativos. Desenvolveu a pesquisa Ecomuseus e Museus Comunitários no Brasil: Estudo Exploratório de Novas Possibilidades Museológicas. Como agente cultural, atua na articulação de coletivos dedicados à preservação de memórias e patrimônios.
Dia 27/11, às 15h, no canal do SISEM-SP no YouTube
Bruno Brulon
Conferência de encerramento
Professor de Museologia na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e professor do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio (UNIRIO/MAST). Doutor em Antropologia (2012) e em História (2019) pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Atualmente é presidente do Comitê Internacional para a Museologia (ICOFOM) do Conselho Internacional de Museus (ICOM). Ementa: A apresentação explora as raízes da crise atual dos museus na sua história pós-colonial, buscando entender o desenvolvimento contemporâneo dos museus em dois movimentos: primeiro pensando os museus e a museologia como ferramentas que nos auxiliam a sair das crises sociais que enfrentamos; num segundo momento, buscando compreender a própria crise dos museus em seus fundamentos políticos no presente.