Acontece a II Semana do Japão na Biblioteca Mario de Andrade

II semana do japão BMA

A cultura nipônica é uma forte influência na produção cultural e artística brasileira, tanto em sua vertente mais tradicional, semeada no Brasil desde as primeiras décadas do século XX, quanto na recente cultura nipônica pop das últimas décadas. Dentre os diversos frutos desse cruzamento, a apropriação da cultura japonesa por brasileiros nas diversas artes se apresenta como fenômeno que merece ser investigado. Assim, a II Semana do Japão na Biblioteca Mário de Andrade parte de uma reflexão sobre intersecções entre o Brasil e o Japão em território brasileiro: como pensar na produção cultural e artística que se realiza no território brasileiro, feita por aqueles que têm ou não ascendência japonesa?

Nesse sentido, os encontros desta Semana propõem uma trama formada por descendentes japoneses e por brasileiros de outras ascendências. Esses cruzamentos reforçam a complexidade dessas interações da cultura japonesa e brasileira, já que, por um lado, os descendentes japoneses atuam sobre essa niponicidade (de forma consciente ou não), referenciando implícita e explicitamente, e mesmo se afastando dessa apropriação; por outro lado, aqueles que, embora não tenham tal ascendência, aproximaram-se de forma direta dessas influências com uma intenção – um kokoro, palavra que se relaciona a coração, mente, e às relações estabelecidas entre a pessoa e as coisas, pessoas, lugares etc.

Ancestralidade e kokoro são vetores dessa Semana, que se concentra em dois eixos: arte contemporânea e literatura. Eles se desdobrarão em exposições, performances, palestras e oficinas. Complementam a Semana, atividades paralelas ligadas à música, cinema, culinária, meditação, chá e workshops de shodô e encadernação.

Programação

 

18/07 Segunda-feira – Abertura

 

Lançamento catálogo Pisho Xodô

 

A partir das 19h

 

Local: Saguão

 

Lançamento de catálogo impresso Pisho xodô: a escrita como ato, projeto de aproximação entre a pichação e o shodô, que aconteceu na Casa das Rosas entre abril e maio de 2016. No dia, serão colocados à venda catálogos com tiragem limitada.

 

De identidades e identificações

 

exposição de Madalena Hashimoto

 

Até dia 30 de julho. Visitação: de seg. a dom. 24h

 

Local: Sala Branca

 

A grande série “A Thousand Faces” foi executada nos anos de 1992-1993, no programa de Mestrado em Gravura na Washington University, Saint Louis. Balizada pelo princípio da não rejeição total, uma compreensão de aceitação do budismo, a proposição foi concretizar mil representações de faces conhecidas utilizando vários procedimentos de gravura. Ideias como repetição e meditação se aliaram, na forma, ao sentido da efemeridade dos gestos pictóricos, irrepetíveis e irrefutáveis. Com o andamento do projeto, novas faces da história da arte começaram a se oferecer em meio a faces de familiares e colegas próximos. Assim também o desenho mais aproximado da visualidade da gravura se imiscuiu entre os conjuntos de procedimentos gráficos. Inédita, a presente mostra embaralha a progressão das imagens conforme foram produzidas, tomando a colagem e o caos como fios condutores de uma reflexão atualizada no ano 2016. Os cadernos dobrados têm o formato japonês orihon e se coadunam à tentativa de refletir sobre certos princípios da visualidade japonesa.

 

O livro de cabeceira de Sei Shonagon

 

exposição de Midori Hatanaka

 

Até dia 30 de julho. Visitação: de seg. a dom. 24h

 

Local: Sala expositiva terraço

 

Sei Shōnagon (966 – 1017) foi uma escritora japonesa e dama de companhia da Imperatriz Teishi (Princesa Sadako) por volta da metade do Período Heian, autora do consagrado Livro de Cabeceira ou Livro de Travesseiro (makura no sōshi), tombado pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade.

 

O Livro de Cabeceira ou O Livro de Travesseiro

 

Através das observações de Sei Shōnagon – notas, listas, impressões dos eventos cotidianos da corte, regras de bom comportamento etc. – pode-se vislumbrar a vida na Corte Imperial Japonesa.

 

O título da obra em japonês (makura no sōshi) vem de um episódio no qual a Princesa Sadako havia recebido um maço de folhas de papel de boa qualidade (naquela época, o papel era um artigo de luxo que podia ser dado como presente) e não sabia o que fazer, de modo que Sei Shōnagon, muito espirituosa, disse que aquele monte de papel serviria para fazer um bom travesseiro (o travesseiro na época era um anteparo de madeira que podia ter um compartimento para guardar papel). Assim, a Princesa deu-lhe o papel e ordenou que ela fizesse o travesseiro.

 

As obras da exposição de Midori Hatanaka foram inspiradas pelo Livro de Cabeceira, serão expostas peças elaboradas em papel de arroz, tinta acrílica e folha de ouro e encapsuladas em placas de acrílico, pois a intensão era não fazer uso de molduras.

 

Aruki – Viajantes (performance em duas partes)

 

performance de Tatiana Abitante + invisibili(cidades)

 

A partir das 20h

 

Local: Salão Oval

 

O movimento de todo caos da matéria dá origem ao universo, à Terra, aos desuses e aos homens. A deusa do Sol, a deusa da Euforia e a grande serpente de fogo nos contarão como chegamos até aqui. Aruki – Viajantes é uma performance ritual que tenta contar o mito criador do Japão e as bases do xintoísmo através de uma experiência audiovisual performática.

 

Parte I – A criação da terra e do céu até o recolher de Amaterasu Omikami

 

Do movimento gerado no caos, a luz ascende aos céus e a massa pesada forma a Terra. Muitos deuses passaram por aqui, até que do olho esquerdo de Izanagi nasceu Amaterasu, a deusa do Sol. Regente do reino dos céus, ela resplandeceu até que a fúria de seu irmão a faz se retirar para uma caverna.

 

Tatiana Abitante é Artista multimídia e educadora formada na Universidade de São Paulo. Utiliza a linguagem audiovisual como pesquisa para inserções do corpo no espaço. Nesta performance, ela explora a mitologia xamanista do Shinto criando uma narrativa.

 

Invisibili(cidades) é um coletivo de arte sonora que utiliza gravações de paisagens sonoras e diversos elementos de música eletrônica, eletroacústica e ruído para criar suas obras. O grupo desenvolve performances, instalações, peças e apresentações audiovisuais ligadas ao imaginário e às narrativas urbanas, incluindo elementos de espiritualidade e mitologia. Questionando os limites entre o acústico e o musical, o coletivo chama atenção do ouvinte por criar uma experiência imersiva e desafiadora.

 

O grupo já ocupou espaços tais como: Casa das Caldeiras, Praça Victor Civita, Galeria Logo, Ocupação Artística Casa Amarela, e Estúdio FitaCrepe SP.

 

Ponto Estação Liberdade

 

Espaço de convivência

 

de 18/07 a 23/07

 

Fundada no fim dos anos 1980, a Estação Liberdade tem como uma de suas principais linhas editoriais a literatura japonesa, em traduções diretas do nihon-go. Desde o êxito de Musashi, a incrível saga samurai de duas mil páginas de Eiji Yoshikawa publicada em dois volumes, a casa se especializou em trazer regularmente ao público brasileiro o melhor das letras nipônicas, em traduções de autores clássicos e contemporâneos, entre os quais Natsume Soseki, Jun’ichiro Tanizaki, Ryunosuke Akutagawa, Yasushi Inoue, Otohiko Kaga, Hiromi Kawakami e Banana Yoshimoto, com especial destaque para Yasunari Kawabata. As capas dos dez livros do autor Prêmio Nobel de 1968 editados pela Estação Liberdade são assinadas pela artista plástica Midori Hatanaka.

 

21/07 Terça-feira

 

Haicai: aprendendo a ver com o coração

 

Oficina com Teruko Oda

 

Horário: das 15h às 16h

 

Participantes: 20* (acima de 14 anos)

 

Local: Sala Infantil

 

Nessa oficina, os participantes conversarão sobre o que é haicai através de exemplos desse estilo no trabalho de poetas brasileiros, japoneses e nipo-brasileiros. Os participantes farão um exercício de criação poética. O objetivo da oficina é proporcionar estímulos para o desenvolvimento da sensibilidade e da criatividade através do hábito de observar e registrar, poeticamente, as transformações ocorridas no decorrer das estações do ano, além de incentivar a prática do haicai como atividade lúdica e de crescime

 

Meditação Zazen

 

prática de meditação

 

Horário: das 17h às 18h

 

Participantes: 15*

 

Local: Terraço (sujeito ao clima)

 

Zazen é a prática principal da Escola Budista Soto Zenshu do Japão. Literalmente, ela significa “Sentar em Zen”. Zazen liga-se à ideia de “clarificar a mente, perceber que não somos separados da vida na Terra, fluindo incessantemente com tudo que existe, compomos a mais bela tapeçaria da vida, e mais, nos alegramos com isso!”

 

Oficina de encadernação japonesa

 

Horário: das 19h30 às 21h30

 

Participantes: 10*

 

Local: Sala de Convivência

 

Surpreendente na sua forma simples de fazer e na beleza das suas costuras aparentes, a Encadernação Japonesa é uma das mais antigas encadernações artesanais conhecidas. Nesta oficina, os alunos terão a oportunidade de aprender a encadernação tradicional japonesa de 4 furos e o bloco de notas. Material, apostilas e certificados inclusos.

 

20/07 Quarta-feira

 

O olhar sociolinguístico sobre a língua japonesa nos mangás

 

Palestra com Leiko MM – USP

 

A partir das 16h

 

Local: Auditório**

 

O mangá é um espaço propício para o processo semiótico de várias linguagens. Nesta apresentação, analisaremos criticamente as características da língua japonesa em termos estritamente linguísticos. No japonês, por exemplo, a linguagem de tratamento tem recursos muito variados, dependendo da relação entre os interlocutores, assim como as onomatopeias, pontos que permitem diferentes soluções para a tradução.

 

Poesia Japonesa

 

palestra com Neide Hissae Nagae – USP

 

A partir das 17h30

 

Local: Auditório

 

A poesia japonesa tem milênios de existência e continua a ter a sua relevância e marcar sua presença no cotidiano dos japoneses. Qual é o segredo da poesia japonesa? Para desvendá-lo, apresentaremos poemas representativos de diversos períodos e poetas, centrados no seu ritmo peculiar, na ligação com o tempo presente e os elementos da natureza. A famosa brevidade dos haicais, considerado um poema síntese, possui um histórico pouco conhecido de ter antes ido de um extremo ao outro. O jogo entre a sua natureza coletiva e individual somado a recursos inusitados foram desenvolvidos ao longo dos tempos pelos japoneses. Seriam esses seus segredos capazes de inserir a poesia no cotidiano dos brasileiros?

 

Karuta Tori

 

O Kyogi Karuta é um jogo de cartas que utiliza da coletânea de 100 poemas clássicos, o Hyakunin-isshu. O jogo é composto de dois baralhos, cada um composto por 100 cartas. Um deles é chamado de Yomifuda, ou cartas de leitura, e o outro Torifuda, ou cartas de pegar. Neste jogo, uma dupla compete para ver quem consegue eliminar todas as cartas do seu campo primeiro, utilizando-se de memória, reflexos rápidos e resistência física e mental.

 

Coisas que fazem o coração bater mais forte

 

Performance de Erika Kobayashi

 

Horário: das 17h às 18h30

 

Local: Deck

 

Experiência de convivência e criação no deck da Biblioteca Mario de Andrade com seus frequentadores e transeuntes. Desta vez, a cerimônia do chá, elemento presente nas performances da artista, acontece como um convite para escrever listas inspiradas pelo Livro de Cabeceira, de Sei Shonagon. As listas farão parte de uma pequena exposição durante a Semana.

 

O Livro do Travesseiro em atualizações

 

Palestra com Madalena Cordaro Hashimoto

 

A partir das 19h

 

Local: Auditório**

 

O Livro do Travesseiro é obra canônica dentre os escritos clássicos japoneses e possui várias virtudes. Além da autoria feminina numa época tão longínqua quanto o século XI no distante país de Yamato (a semente do atual Japão), a estrutura aberta e sem hierarquias nem progressões no tempo ou no enredo, a obra ainda hoje surpreende e faz refletir por sua capacidade de atualização. Assim é que em séculos posteriores a obra foi retomada e interpretada, primeiro em suas próprias terras, depois no estrangeiro, como é o caso do filme The Pillow Book, do diretor inglês Peter Greenaway. Em comum, sempre se mantém a elegância erudita, seja ela imperial, citadina ou globalizada.

 

O Livro de Cabeceira – (The Pillow Book; 1996; 126 min.)

 

Filme

 

Horário: 21h

 

Local: Auditório**

 

Direção: Peter Greenaway

 

Elenco: Vivian Wu, Ewan McGregor, Yoshi Oida

 

Indicação etária: 16 anos

 

Durante a infância, orfã de mãe, Nagiko cresceu acostumada com uma tradição familiar: a cada aniversário, seu pai pintava poemas em seu rosto enquanto sua tia lia trechos de um diário clássico antigo chamado “livro de cabeceira”. Influenciada por essa experiência, a menina cresce fascinada por livros, papéis e literatura escrita sobre corpos. Essa fascinação se transformará em uma obsessão tanto sexual quanto espiritual pela busca de seu próprio “livro”.

 

21/07 Quinta-feira

 

Shodô: caligrafia artística japonesa

 

Oficina com Mônica Terada

 

Horário: das 14h30 às 16h

 

Participantes: 10*

 

Local: Mezanino da Sala de Convivência

 

O shodô – prática da caligrafia japonesa – é considerado uma das artes mais tradicionais na forma de escrita. Nesta oficina, os participantes terão a oportunidade de assistir à demonstração da Ishikawa sensei e praticar a caligrafia japonesa.

 

›o material será emprestado aos alunos.

 

Meditação Zazen

 

Prática de meditação

 

Horário: das 17h às 18h

 

Participantes: 15*

 

Local: Terraço

 

Desenhaço

 

Prática de desenho com Gabriela Lissa Sakajiri

 

Horário: das 18h às 20h

 

Participantes: 15*

 

Local: Terraço

 

Edição especial dos nossos encontros de Desenho na Mário. Nesse encontro, vamos experimentar o uso do fude (pincel tradicional japonês) em diferentes papéis.

 

Encadernação japonesa

 

Horário: das 19h30 às 21h30

 

Participantes: 10*

 

Local: Sala de Convivência

 

22/07 Sexta-feira

 

Mostra niponicidades

 

cinema

 

Local: Auditório**

 

Seguindo o eixo temático da II Semana do Japão, a mostra de cinema Niponicidades discute a população nipônica em momentos de resistência. “Meu nome é Yuba” fala da comunidade estabelecida por Isamu Yuba no interior de São Paulo em 1933, e retrata uma vida em coletividade que contrasta com a excessiva individualidade dos tempos contemporâneos. “A guerra dos gibis” aborda o período de chumbo da ditadura militar e da criação de quadrinhos eróticos no Brasil. Já “Minami em Close-Up” detalha o trabalho de Minami Keizi, editor que fez a fama dos filmes da Boca do Lixo na década de 1970. Por fim, “Variações sobre demônios mudos” dirige o olhar para o próprio ato de desenhar o corpo nu numa época em que a naturalidade da nudez é questionada.

 

16h30 – A guerra dos gibis (2012; 20 min.)

 

Direção: Thiago B. Mendonça e Rafael Terpins

 

Nos anos 1960, em plena ditadura militar, surge uma criativa produção de quadrinhos eróticos no Brasil. A censura, porém, conspirava para seu fim. Neste documentário, Satã, Chico de Ogum, Beto Sonhador, Maria Erótica e outros personagens se unem aos quadrinistas na batalha contra a ditadura.

 

17h – Variações sobre demônios mudos (2016; 18 min.)

 

Direção: Heitor Isoda

 

Documentário sobre diferentes sessões de desenho de modelo vivo nu. Papel, tinta, olhares, gestos e sons.

 

17h30 – Minami em close-up: a Boca em revista (2008; 19 min.)

 

Direção:Thiago B. Mendonça

 

A trajetória da revista Cinema em Close-Up (que, nos anos 1970, tornou-se um sucesso de vendas), e de seu editor Minami Keizi, é o ponto de partida para contarmos a história dos filmes da Boca do Lixo e seus personagens.

 

18h – Meu nome é Yuba (2007; 60 min.)

 

Direção: Bruno Mello Castanho e Juliana Kirihata

 

A vida dos moradores da Comunidade Yuba, em Mirandópolis, no interior de São Paulo. Isamu Yuba chegou ao Brasil em 1926 e, em 1933, junto com alguns companheiros, começou a construção de uma fazenda comunitária. O filme retrata a singularidade da vida dos habitantes que vivem em Yuba, onde preservam a cultura japonesa.

 

Aruki Kami – Parte II: A serpente de fogo dança na escuridão até que Ame no Uzume no Mikoto tem uma ideia

 

Performance de Tatiana Abitante + invisibili(cidades)

 

A partir das 20h

 

Local: Salão Oval

 

O mundo sem o sol definha na escuridão, seres sombrios se refestelam na noite. Uzume, a alarmante mulher dos céus, desenvolve um plano para trazer o Sol de volta ao mundo usando a dança em seu corpo como um instrumento.

 

Oficina de encadernação japonesa

 

Horário: das 19h30 às 21h30

 

Participantes: 10*

 

Local: Sala de Convivência

 

23/07 Sábado

 

Colégio Harmonia Taiko

 

show

 

A partir das 11h

 

Local: Auditório**

 

O Colégio Harmonia nasceu em 1993 com uma proposta diferenciada: oferecer ensino em período integral, que, além de aumentar o número de aulas por disciplinas, permite ministrar aulas de música, idiomas (inglês, espanhol e japonês), taikô, teatro, xadrez, robótica e informática.

 

Kaori Shiozawa chegou ao Brasil em 2014, e é professora de música Tawoo japonesa. Em 2011, realizou turnês internacionais como flautista do grupo Gocoo, com apresentações na Alemanha, Itália, Hungria e no Marrocos.

 

Oficina de culinária japonesa

 

Horário: das 14h às 16h

 

Participantes: 25*

 

Local: Copa

 

A culinarista Janete Campos irá apresentar receitas de Yakissoba, Arroz para sushi e Sushis (temaki e hosomaki).

 

Oficina de origami em família

 

Horário: das 15h às 16h30

 

Participantes: cerca de 5 famílias com até 5 integrantes*

 

Local: Jardim contemplativo

 

Quem nunca quis fazer aquele passarinho, o tal do tsuru (pássaro grow)? Nesta oficina, as famílias são convidadas a fazerem origamis, a tradicional arte japonesa de dobrar o papel, criando representações de seres ou objetos a partir da folha de papel e povoar a BMA de dobraduras.

 

Feirinha de comida Japonesa

 

feira gastronômica

 

Horário: das 12h às 16h

 

Local: Estacionamento

 

Odori

 

apresentação

 

A partir das 16h30

 

Local: Estacionamento

 

O Bon Odori é um festival anual que acontece no Japão no verão (meses de julho e agosto). A celebração sempre acontece após o pôr do sol, por conta da crença de que os espíritos saem somente à noite. Podemos encontrar similaridade com o nosso dia de finados, embora que, no festival do Obon, são tocadas sempre músicas tradicionais alegres e joviais.

 

Na II Semana do Japão na Mário, contamos com a apresentação de dança típica do Bon Odori com as mulheres da Associação Cultural e Assistencial da Liberdade – ACAL (“Bunka Fukushi Kyõkai” no Japão). A associação é hoje internacionalmente conhecida e ponto de referência para comunidades do bairro, para a cidade de São Paulo, Brasil e Japão.

 

Oficina de encadernação japonesa

 

Horário: das 19h30 às 21h30

 

Participantes: 10*

 

Local: Sala de Convivência

 

*As inscrições para as oficinas serão feitas por ordem de chegada.

 

**Lotação do auditório: 175 lugares / Retirada de ingressos com uma hora de antecedência.

Fonte: Biblioteca Mário de Andrade