Casa das Rosas sedia “Café das Musas: Encontro Philopoético”

A Casa das Rosas, instância da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, realiza, dia 21 de março, das 19h às 21h, o bate-papo “O Café das Musas: Encontro Philopoético na Casa das Rosas”, com Contador Borges, Marcelo Ariel e Juliano Garcia Pessanha.

Neste encontro, um filósofo fala da importância da poesia em seu pensamento e em sua prática disciplinar, e um poeta faz o inverso, discorrendo sobre o papel da filosofia em seu fazer poético.

Faça sua inscrição online ou presencialmente, na recepção da Casa das Rosas até o preenchimento das vagas. Emissão de certificado digital aos participantes que assinarem a lista de presença.

Contador Borges é mestre e doutor em filosofia pela USP, pós-doutor em teoria literária pela Université Paris-Diderot, e em linguística pela USP. Publicou como poeta, ensaísta e dramaturgo, os seguintes livros: Angelolatria (poesia, 1997), Wittgeinstein! (teatro, 2007), A cicatriz de Marilyn Monroe (poesia dramática, 2012), Insônia ou a sombra da lua (teatro, 2011), Obsceno amor (teatro, 2013), Augustinas & Franciscanas, com desenhos de Francisco dos Santos (poesia, 2013), Lautréamont anacrônico (ensaio, 2015), O fim da beleza e o fascínio da morte (ensaio, no prelo), Sobre o êxtase: Bataille, o suplício e a mística (ensaio, no prelo), e Amadores, com desenhos de Francisco dos Santos (poesia, no prelo), entre outros. Traduziu, pela Iluminuras, Aurélia, de Gérard de Nerval (1991), O nu perdido e outros poemas, de René Char (1995) e A filosofia na alcova, do marquês de Sade, entre outros livros; e, pela Lumme Editor, De rerum natura, poema de José Kozer, com desenhos de Francisco dos Santos (2013).

Juliano Garcia Pessanha é mestre em psicologia (PUC- SP) e doutor em filosofia (USP). Lançou em 2018 os livros Recusa do não-lugar (Ubu) e Epigramas recheados de cicuta, coautoria com Evandro Affonso Ferreira. Autor também de Sabedoria do nunca (1999), Ignorância do sempre (2000), Certeza do agora (2002) e Instabilidade perpétua (2009), publicados pela Ateliê Editorial. Recebeu o prêmio Nascente (Abril-USP) nas categorias poesia e ficção, em 1997, e o Grande Prêmio da Crítica da APCA na categoria Literatura (2015) por Testemunho transiente, reunião de sua tetralogia pela Cosac Naify. Sua obra é marcada por um hibridismo de gêneros, entre eles, ensaio, conto, aforismo, heterobiografia e heterotanatografia. Tece estreito diálogo com a literatura, a filosofia e a psicanálise, em busca de dizer as coisas em registros múltiplos de enunciação. É professor e dirige grupos de estudo de filosofia.

Marcelo Ariel é poeta, ensaísta e performer. Nascido em Santos (1968), vive entre Cubatão e São Paulo. Autor dos livros: Tratado dos Anjos Afogados (ed. LetraSelvagem), Retornaremos das cinzas para sonhar com o silêncio, Com o Daimon no Contrafluxo (ambos pela ed. Patuá), A névoa dentro da nuvem (ed. Lumme),  Jaha Ñade Ñañobovya ( Ed. Penalux) entre outros. Em 2012 gravou o disco Scherzo Rajada – Contra o nazismo psíquico, e em 2017 realizou o longa metragem PÁSSARO TRANSPARENTE com o cineasta Dellani Lima.

SERVIÇO

Bate-papo “O Café das Musas: Encontro Philopoético na Casa das Rosas”
Quando: 21 de março, das 19h às 21h
Onde: Casa das Rosas
Endereço: Avenida Paulista, 37 – Bela Vista – São Paulo / SP
Informações: (11) 3285.6986 / 3288.9447 / contato@casadasrosas.org.br
Inscrições: AQUI

Fonte: Casa das Rosas