Apresetação da exposição

Em continuidade ao projeto de documentação e reflexão sobre o morar brasileiro, a série de exposições Casas do Brasil, reforça a vocação do MCB como centro de referência para questões relativas ao habitat brasileiro.

A mostra revela aspectos da arquitetura das habitações ribeirinhas na região de Nhamundá, município localizado a 570 km de Manaus. Por meio de registros do fotógrafo Eduardo Girão, com curadoria da geógrafa Sandra Lencioni e da socióloga Maria Ruth Amaral de Sampaio, são apresentadas palafitas e casas flutuantes adotadas na região, que representam soluções do morar em harmonia com o meio ambiente. “Casas do Brasil 2013 – Habitação ribeirinha na Amazônia” traz, além das fotografias e textos, maquetes que detalham a adequação da palafita e da casa flutuante ao ritmo de variação do nível das águas. “A habitação ribeirinha, das várzeas dos rios alagáveis, harmoniza-se com as oscilações do nível da água, com tipos predominantes de casas: as palafitas e as casas flutuantes, ambas de madeira retirada da floresta”, afirma Sandra Lencioni.

“Os habitantes originais dessa região, tanto quanto os que aí chegaram ao longo do tempo, tiveram não só que se integrar ao ritmo das águas, mas também adaptar-se aos diversos contextos econômicos e políticos. Seu modo de vida não é um resíduo da história, não é passado, é expressão de várias temporalidades, que remete a tempos longínquos, a heranças indígenas, coloniais e migratórias”, explica a geógrafa. Na mostra, maquetes simulam a interação entre as casas e o movimento das águas, nas cheias e nas vazantes, e ajudam a entender o ritmo de vida ribeirinha.

Suportes utilizados

Os suportes foram desenvolvidos especificamente para essa mostra, para manter as características expográficas do Museu da Casa Brasileira. Assim, as montagens devem considerar pequenas adaptações de layout e tamanho. Em resumo, os suportes são:

  1. Painéis com impressão em Canson Rag Fotographique 310 sobre PS 3mm, montados em quadros de madeira com fixação em superfície expográfica com parafusos.
  2. Vídeos : O Ritmo das Águas (antesala) e UM PÉ DE QUÊ – AÇACU (Duração: 23’57”). Realização: Pindorama Filmes e Futura.
  3. Textos em vinil de recorte aplicado diretamente em superfície expositiva.
  4. Textos em vinil de recorte invertido aplicado diretamente em superfície expositiva.
  5. Adesivos em vinil aplicados diretamente em superfície expositiva.
  6. Adesivos em vinil com recorte invertido aplicados diretamente em superfície expositiva.
  7. Maquetes: Casa flutuante Palafita.
  8. Duas mesas de Luz para exibição de fotografias.

Dimensões: Painéis com impressão em Canson Rag Fotographique 310 sobre PS 3mm.

Custos e/ou contrapartidas: transporte, montage, custo com produção de comunicação visual; seguro para peças expositivas; licenças e alvarás para funcionamento; estadia e alimentação da equipe de montagem, se necessário; impressão de material (folder para visitantes ou catálogo da exposição); custos de iluminação (locação e instalação), custos de locação de equipamentos audiovisuais.

Necessidades para a montagem: disponibilidade de utilização das paredes do local.

Área mínima de montagem: 218m².

Contato

Museu da Casa Brasileira – Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 – CEP 01451-000 – São Paulo/SP (Região Metropolitana de São Paulo)
Telefone: (11) 3032-3727
Responsável: Frederico Teixeira – Gerente de Núcleo Técnico
E-mail: mostras@mcb.org.br