32ª Bienal de São Paulo antecipa abertura

 
Com curadoria de Jochen Volz e dos cocuradores Gabi Ngcobo (África do Sul), Júlia Rebouças (Brasil), Lars Bang Larsen (Dinamarca) e Sofía Olascoaga (México), a mostra acontece de 07 de setembro a 12 de dezembro de 2016 no Pavilhão Ciccillo Matarazzo e enfoca noções de “incerteza” e “entropia” a fim de refletir sobre as condições atuais da vida e as possibilidades oferecidas pela arte contemporânea para abrigar e habitar incertezas.
 
Segundo o curador Jochen Volz, os artistas da 32 a Bienal trazem estratégias e especulações sobre como viver com a incerteza . “Estamos buscando compreender diversidades, olhar para o desconhecido e interrogar aquilo que tomamos como conhecido. Entendemos os diferentes saberes do nosso mundo como complementares e não como excludentes”.
 
Muitas das obras atualmente em desenvolvimento envolvem residências artísticas na cidade de São Paulo e viagens de pesquisa pelo Brasil. Para citar alguns exemplos, Carla Filipe, em parceria com o Instituto de Botânica de São Paulo, desenvolve uma horta com plantas alimentícias, espontâneas e em extinção; Iza Tarasewicz investiga a presença do ritmo musical polonês Mazurka no Brasil; Dalton Paula visitou três cidades envolvidas na economia do tabaco e Pilar Quinteros partiu para a Serra do Roncador, no Mato Grosso, a fim de seguir os rastros de Percy Fawcett (18671925), explorador desaparecido nos anos 1920.
 
“A proximidade da curadoria com a equipe da Fundação Bienal, bem como a ampliação das parcerias da instituição, fazem da 32 a Bienal uma edição especialmente fértil”, sugere o presidente da fundação, Luís Terepins.
 
32ª Bienal de São Paulo – Incerteza viva
07 de setembro a 11 de dezembro de 2016
Local: Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera, São Paulo
Curador: Jochen Volz
Cocuradores: Gabi Ngcobo, Júlia Rebouças, Lars Bang Larsen e Sofía Olascoaga
 
 
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Fonte: Fundação Bienal
Imagem: divulgação