Museu de Arte Moderna promove roda de conversa A mão afro-brasileira: 30 anos depois

Como parte da programação da 17ª Semana Nacional de Museus, que neste ano terá como tema “Museus como Núcleos Culturais: O Futuro das Tradições”, o Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo promove a roda de conversa “A mão afro-brasileira: 30 anos depois”. O enconto será realizado no dia 14 de maio, das 20h às 22h, com entrada gratuita.
No período de celebração de seus 70 anos, o museu revisita a exposição “A mão afro-brasileira”, considerando o atual contexto da arte nacional, em que as instituições brasileiras se voltam para o tema da herança afrodescendente.

Mediado pela artista visual, mestre em arte-ecudação e doutoranda no departamento de técnicas e procedimentos artísticos pelo Instituto de Artes da Unesp, Juliana dos Santos, a roda de conversa contará com a participação de Hélio Menezes e Márcio Farias.

O evento é co-realizado pelo Projeto Afro, plataforma de mapeamento, catalogação e divulgação da arte afro-brasileira, que tem como objetivo central ser um local de referência de informações e dados substanciais acerca da produção artística afro-brasileira. O portal atuará como um ambiente de expansão das artes e da cultura no intuito de contribuir para a formação de novos caminhos de debates para a sociedade, servindo como instrumento de formação e transformação social.

Saiba um pouco mais sobre os participantes:

Juliana dos Santos

Artista visual, mestre em arte-educação, arte/educadora, doutoranda no departamento de técnicas e procedimentos artísticos pelo Instituto de Artes da Unesp. Desenvolve cursos, palestras e oficinas na área de artes e arte/educação. Sua primeira individual foi em 2018 como artista/docente convidada para residência artística na Academia de Belas Artes de Viena. Vem realizando exposições e residências artísticas no âmbito nacional e internacional. Atualmente artista residente no Instituto de Artes da Unesp.

Hélio Menezes

Mestre e Doutorando em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP). Bacharel em Relações Internacionais e em Ciências Sociais pela mesma universidade, onde atua como pesquisador do Núcleo de Estudos dos Marcadores Sociais da Diferença (NUMAS-USP). Desenvolve pesquisas sobre arte afro-brasileira, antropologia da imagem, museus, arte e ativismo em artigos e cursos em instituições como o MASP, além de ter sido convidado pelo mesmo museu para compor a curadoria da exposição Histórias Afro-atlânticas.

Márcio Farias

Graduado em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2011). Mestre em Psicologia Social na PUC-SP(2015). Doutorando em Psicologia Social na PUC-SP. Coordenador do Núcleo de Estudos Afro-Americanos (Nepafro). Trabalhou como professor convidado da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE) e do Celacc (Centro de Estudos Latino Americanos sobre Cultura e Comunicação) Eca/ USP. Membro da coordenação do Instituto Amma Psique e Negritude. Coordenador e docente do curso de extensão Violência e Sociedade: Racismo como Estruturante da Sociedade e da Subjetividade do Povo Brasileiro (2017), do Instituto Sedes Sapientiae. Coordenador de Desenvolvimento Institucional do Museu Afro-Brasil. Coordenador e docente do Curso AfroLatinoAmérica do Centro de Formação da Ong Ação Educativa. Conselheiro do Instituto Luiz Gama. Membro de Comissões de Avaliação de Ações Afirmativas em Concursos Públicos para a Fundação Carlos Chagas. Coordenador do educativo da exposição “Pretatitude: Insurgências, emergências e afirmações na arte”, no Sesc São Carlos. Foi parecerista de Projetos Culturais e Artísticos da Funarte. Palestrante e conferencista sobre relações raciais, participou do Simpósio “Afrodescendentes no Brasil: conquistas, desafios do presente e perspectivas para o futuro” como convidado pela Universidade Harvard, EUA. Organizou o livro: “Violência e Sociedade: Racismo como Estruturante da Sociedade e da Subjetividade do Povo Brasileiro” (2018) lançado pela Editora Escuta. Em pesquisa, desenvolve estudos sobre Pensamento social latino-americano e relações raciais; Questão racial e lutas de classes na América Latina; Imigração negra em São Paulo e Buenos Aires.

SERVIÇO:

Roda de conversa “A mão afro-brasileira: 30 anos depois”.

Dia 14 de maio

Das 20h às 22h

Museu de Arte Moderna de São Paulo

Parque do Ibirapuera, portão 3.

Entrada gratuita.

Inscrições antecipadas pelo link http://bit.ly/AMaoAfronoMAM

Informações: 11 5085 1313 ou e-mail educativo@mam.org.br