Bicho: quem te viu, quem te vê!

Esta exposição foi idealizada com o objetivo de discutir a fragmentação das áreas naturais no interior do estado de São Paulo e como consequência a perda de animais silvestres por atropelamentos e outros conflitos. Traz, por meio de painéis, registros fotográficos e ilustrações, como se deu a evolução da ocupação dos ambientes naturais do interior paulista e o que restou destes ambientes. Ao longo da Exposição o visitante ficará frente a frente com o lobo-guará, a Jaguatirica, a onça-parda, o sauá, o macaco prego – animais taxidermizados (“empalhados”) que frequentemente são atropelados na região e poderá compreender melhor o que tem sido feito para minimizar estas perdas. Ao final cada visitante é convidado a tomar suas próprias atitudes para conservar as espécies da rica fauna brasileira. Foi produzida em parceria com o Instituto Florestal e Fundação Florestal da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e o Laboratório de Educação Ambiental da Universidade Federal de São Carlos. Este projeto foi financiado pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da Universidade de São Paulo. Mais informações disponivel em: www.cdcc.usp.br. Manual completo disponivel em: www.iflorestal.sp.gov.br

Descrição da Exposição

Acervo em exposição:
– Animais taxidermizados: obo guará (Chrysocyon brachyurus), sauá (Callicebus nigrifrons); macaco prego (Cebus apella) , tucano (Ranphastos toco), jaguatirica (Leopardus pardalis) , onça parda (Puma concolor), tamanduá mirim (Tamandua tetradactyla) , 2 pacas (Cuniculus paca, ouriço-caixeiro (Coendou prehensilis);
– Acervo que compõem cubos giratórios: Crânio e pegada de lobo-guará (Chrysocyon brachyu); ovo e pegada de ema (Rhea americana); elementos característicos da vegetação de cerrado (folhas, sementes, galhos etc); guiso de cascavel (Crotalus durissus terrificus), réplica de peixe cascudo (Hypostomus ancistroides); réplica de perereca (Hypsiboas albopunctatus); insetos diversos em resina; crânio e pegada de veado catingueiro (Mazama gouazoubira); pegada pata anterior e posterior de tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), pegada de jaguatirica (Leopardus pardalis); crânio e pegada de onça parda (Puma concolor); crânio de onça pintada (Panthera onça); crânio de jacaré (Paleosuchus palpebrosus) ; sementes de jequitibá (Cariniana sp).

Suportes utilizados:
– 3 cubos giratórios de 200 X 90 X 90cm
– 8 painéis de 210 X 160 X 70cm
– 1 quebra cabeça de 90 X 80 X 60cm
– 1 quebra cabeça de 90X 60X60cm
– 10 placas retangulares de 80 X 110cm
– 5 placas redondas de 35 cm de diâmetro
– 1 mesa de 50 cm de altura X 60 cm de diâmetro

Dimensões dos suportes: dimensões variadas, podendo ser adaptado ao local.

Custos e/ou contrapartidas: custos com transporte, bem como duas diárias para equipe de montagem (dois integrantes), com hospedagem e transporte.

Necessidades para a montagem: tomadas.

Área mínima para montagem: 100m², podendo ser divididos em dois espaços contínuos (saguão e sala).

Atividades complementares: oficinas e treinamento das equipes.

Contato:
Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC-USP) – Rua Nove de Julho, 1227 – CEP 13560-042 – São Carlos/SP (Região Central)
Telefone: (16) 3373-8030
Responsável: Silvia Aparecida Martins dos Santos
E-mail: silvias@cdcc.usp.br